< I simply.
E derrepente vai batendo aquela saudade, o coração vai apertando, os olhos transbordam todos os momentos que não voltam mais. E derrepente bate aquela saudade de coisas que você nunca deu devida importância, mas que agora te fazem uma falta tremenda e o coração aperta um pouco mais, você chora até perder o fôlego e percebe que está ficando sem ar, que só consegue respirar pela boca. Para de chorar pra recuperar o fôlego mais nesses instantes que você para, você começa a pensar de novo no quanto era bom , em como foi único e que não volta mais… Começa a chorar de novo e perde o ar novamente. E derrepente você se lembra da sua mania de se torturar com músicas, coloca a mais triste e chora mais, muito mais do que antes, chora tanto que parece que sua alma sai junto com as lágrimas. Lágrimas que duram uma madrugada. Não é ruim, dói de mais, mas não é ruim. E derrepente te pegam chorando e te passam um sermão, te dizem que não há motivos e que você tem tudo pra ser feliz… Pra falar a verdade não há real motivo pra tanto choro, são apenas choros de saudade, de arrependimentos, de lutas, de glórias, choros que vem da alma pra fora, trazendo tudo que há de ruim e renovando seu interior como se fosse oxigênio. Isso não é reclamar da vida, isso não é ser ingrato! Isso é ser humano! Um ser humanos que lida com pessoas, problemas e situações. Por um acaso é algum crime chorar?

home About Tumblr Ask Me
theme por dreams with stars e base por ana cavalcanti Não copie, não reblogue por favor.




Jun/3 | 1361 | Reblog -

"Preciso pensar
preciso fazer
preciso lembrar
preciso esquecer
preciso parar
preciso correr
preciso trabalhar
preciso viver" 

-Preciso.  (via icantbepeerfect)


Jun/3 | 2183 | Reblog -

Eu já sorri olhando para a sua foto. 


Jun/3 | 349 | Reblog -

"Quer ir embora da minha vida? Pode ir, vai. Não faço mais diferença pra você, não é mesmo? Ou nunca fiz. Posso estar longe ou perto, mas pra você isso não está fazendo diferença. E é essa sua indiferença que está me machucando. Não sou quem você sonhou um dia, devo ser apenas um brinquedinho que você tirou da caixa, usou, brincou, e depois quis devolvê-lo. Suas juras de amor talvez tenham sido em vão, tudo em vão! Lembra, você disse que me amava, que eu era o ‘‘seu amor”. Mas e agora, onde você está? Quando eu mais preciso, você some. E é por isso que eu digo: Não tinha a intenção de ficar, de me amar de verdade, e agora quer ir embora, não é? Pois então vá! Pode ir. Pega as suas roupas que ficavam do lado da minha no meu guarda-roupa, todas bem arrumadas, coloca tudo dentro da sua mala. Vai. Pega os seus CDs preferidos que escutávamos juntos na minha estante e joga dentro da sua bagagem. E pega também os DVDs de comédia romântica, e aqueles bem de romance mesmo. Leva, pode levar. Não vou querer assistir mais nenhum desses filmes, vão me lembrar de todas as noites em que passamos juntos assistindo cada um deles. Eu deitava no seu colo, e ás vezes você deitava no meu. Outras vezes nem conseguimos assistir o filme porque você sempre me beijava na melhor parte. Mas também dávamos várias gargalhadas quando assistíamos comédia romântica. Sempre nos imaginávamos no lugar dos protagonistas. Porque nós dois sempre fomos atrapalhados, idiotas e sempre fazíamos tudo errado, mas no final dizíamos o quanto um amava o outro. Anda, leva logo esses DVDs daqui! Pega as cartinhas de amor e aqueles desenhos de casais que eu fazia quando estava no tédio e deixava em cima da mesa pra você ler quando chegasse. Pegou? Aproveita e pega sua escova de dente que estava do ladinho da minha no banheiro. Ah, não esquece da sua toalha que eu deixei na lavanderia secando, porque você sempre deixava ela em cima da cama. E você fazia isso de birra porque sabia que eu não gostava. Pega os seus remédios pra dor de cabeça e febre no armário da cozinha. Você odeia remédios, mas leva. Eu enchia a sua paciência até você tomar esses remédios quando não estava se sentindo bem, você teimava em não tomar, mas eu insistia, e dizia que era pra você ficar melhor. Não queria ver você doente, com dor. Pegou? Agora faz um favor? Leva também com você a paciência que eu tinha pra te aturar quando você não estava de bom humor. Eu sei, eu sei, todos nos temos dias de ‘‘estar insuportável”. É por isso que eu tinha uma excelente paciência pra conseguir te aturar quando você estava com meias palavras, com uma cara feia e um tremendo mal humor. Pega e leva o carinho que eu te dava todos os dias. Eu fazia o que eu podia pra não te deixar tão carente. Te abraçava forte, como se eu estivesse segurando o seu mundo. Eu te dava um beijo com todo o amor. Colocava você no meu colo pra você não se sentir só. Sussurrava no seu ouvido que eu te amo, muito. Eu era capaz de esquecer o mundo lá fora só pra ficar com você. Tem noção do que é isso? Esquecia de muita coisa, de muita gente, porque eu só conseguia lembrar de você. Vai levar isso também? Aproveita, e leva também todos os cuidados que eu te dei. Eu te cuidava, sabia? Mesmo estando longe, até mesmo por pensamentos, mas eu te cuidava. Eu me preocupava em saber se você não estava bem, e se não estivesse, te faria ficar. Ou só ficaria do seu lado, segurando na sua mão e dizendo que tudo vai dar certo. Te protegia do mundo cruel lá fora. Pedia inúmeras vezes pra você se cuidar direitinho. E sabe por quê? Porque eu não sei o que eu faria se algo de ruim te acontecesse. Mas, que droga. Olha o que você fez comigo. Não estou conseguindo te imaginar indo embora, me deixando só. Leva os apelidos que só eu te dava. Eram exclusivos, eram únicos. Cada apelido que eu dava, até os apelidos idiotas, eram só pra você. Não chamava mais ninguém daquela maneira, mas leva isso também. E ah, leva todas aquelas vezes que eu me esquecia do meu orgulho pra ir atrás de você depois de uma briga fútil que nós dois tínhamos. Leva esse meu orgulho bobo e guarda dentro dessa sua mala. Leva todas as vezes que eu quis te fazer sorrir te contando coisas sem sentido, ou te falando palavras de carinho pra te confortar. E eu acho que você não sabe disso, mas muitas vezes que eu te fiz sorrir, eu não estava bem. Estava com vontade de chorar, mas eu te fazia sorrir, porque ver o seu sorriso em primeiro lugar era importante demais pra mim. Pega e leva os nossos planos de casar. De ter filhos. De ser feliz juntos. Sentávamos na cama, riamos como duas crianças bobas, fazíamos os planos mais incríveis para o nosso futuro, e isso tudo aconteceria com ‘‘nós” dois juntos. Leva também a felicidade que eu tinha apenas por ter você. Só por estar com você dizendo o quanto eu te amo. E já que você quer mesmo ir embora, quer deixar de escrever a história de nós dois, e quer me fazer ficar longe de você, pois então que vá. Mas, vai levar tudo isso, mesmo? Tem certeza? Coube tudo dentro da sua mala? Ou será que tem um espaçinho pra você me levar também, junto com você, meu amor?


Jun/3 | 747 | Reblog -


Jun/3 | 4490 | Reblog -


Jun/3 | 11039 | Reblog -

"De todas as dificuldades que uma pessoa tem de enfrentar, a mais sofrida é, sem dúvida, o simples ato de esperar." 

-A Cidade do Sol (via ser-sincero)


Jun/3 | 8690 | Reblog -


Jun/3 | 34519 | Reblog -

"Há certas horas, em que não precisamos de um amor, não precisamos da paixão desmedida, não queremos beijo na boca e nem corpos a se encontrar na maciez de uma cama. Há certas horas, que só queremos a mão no ombro, o abraço apertado ou mesmo o estar ali, quietinho, ao lado, sem nada dizer…" 

-William Shakespeare   (via eucanseideserbobo)


Jun/3 | 1522 | Reblog -

Fala o que quer, escuta o que não quer. 


Jun/3 | 28 | Reblog -

MÃE, A SENHORA É UMA RAINHA.  


Jun/3 | 4463 | Reblog -

SEXO SEM CAMISINHA É MÁGICO, aparece um bebê e some um pai. 


Jun/3 | 11208 | Reblog -


Página 1 de 315 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 »